SEXÓLOGA Rosely Salino
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BOM HUMOR É SAÚDE


Não fumar, alimentar-se de maneira equilibrada, praticar exercícios físicos com regularidade, dormir pelo menos 8 horas por noite, ter a vida regrada, não cometer excessos, talvez você viva mais, mas sua vida vai parecer uma eternidade.

Essa brincadeira sugere que as atitudes de um modo de vida politicamente correto podem nos fazer viver mais, mas nem sempre melhor.

Há alguns anos afirmar que havia uma relação direta entre bom humor e boa saúde era quase uma heresia, atualmente a medicina em geral a psicologia estudam a importância do bom humor, dos bons sentimentos e da afetividade na qualidade de vida e na saúde mental da pessoa, na prevenção de doenças e como forma de acelerar a recuperação de moléstias graves.

Patch Adams é o nome de um filme protagonizado pelo ator Robin Willians, conta a história de um estudante de medicina que se esforça para mostrar a importância de humanizar a profissão médica, bem como a importância do bom humor para atingir o bem estar dos pacientes. O tempo todo ele tem que lutar contra o preconceito dos colegas, dos professores e dos médicos do hospital no qual ele faz residência, esse filme nos faz refletir sobre o tema e perceber os benefícios da terapia do riso, atualmente amplamente difundida e aplicada em muitos hospitais do Brasil e do exterior.

A risada se tornou objeto de estudo, e a terapia do riso tem aplicação em vários setores da saúde e do trabalho, afinal sorrir sempre é o melhor remédio.

Sabe-se que pessoas bem humoradas e não levam a vida tão a sério são melhor companhia, são mais interessantes e atraem as pessoas como o mel atrai as abelhas, então não há motivo pra não sorrir, determinar-se a felicidade é o objetivo maior do ser humano, e só assim faz sentido viver.

Lembre-se sempre que o bom humor a alegria o sorriso melhoram não só sua qualidade de vida, eles podem mudar o mundo, afinal estamos tão precisados de alegria, num mundo dominado por “necessidades” inventadas por interesses econômicos e políticos, se estivermos felizes teremos condições de acessar nossas reais necessidades, e com certeza elas não estarão na correria, no excesso de trabalho, no estresse, talvez elas estejam ali bem próximas, no sorriso do nosso filho, no abraço do nosso amor, na alegria de compartilhar com nossos vizinhos e amigos, no jantar a dois, na alegria genuína de conviver melhor, estão ali prontas para nos conduzir de volta ao caminho de SER HUMANO
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Rosely Salino
Psicóloga Clínica e Sexóloga